India's Mars orbiter sends first image - Central & South Asia - Al Jazeera English

India’s space agency has released a blurry image of Mars pockmarked with giant craters, taken by the country’s first interplanetary spacecraft after it began orbiting the red planet.


[Source: ISRO/ Twitter]
The image released on Thursday was taken while the Mars Orbiter Mission (MOM), also dubbed “Mangalyaan” was about 7,300km from the planet’s surface, according to the Indian Space and Research Organisation (ISRO). It took at least 12 minutes for the digital data to reach Earth.

ISRO scientists released the image after first bringing it to New Delhi to show to Prime Miniser Narendra Modi, who had spent Wednesday morning witnessing the satellite’s last manoeuvres into orbit from the space agency’s Mars command centre in the southern city of Bangalore.

The scientists tweeted under a special mission profile @MarsOrbiter, which has gained more than 95,000 followers since being set up on Tuesday.

"The view is nice up here," the scientists tweeted. Modi responded through his Twitter feed, saying he agreed.

The satellite will spend the next six months on an elliptical orbit - coming as close as 365km and swinging out to 80,000km at its farthest - as it collects scientific data on the Martian atmosphere.

India was enthralled with the mission’s success. Indian newspapers on Thursday ran front-page stories and two-page spreads detailing the mission.

Descoberto diamante excecional de 232 quilates - JN

Um diamante de 232,08 quilates “de um tamanho e clareza excecionais” foi descoberto numa mina sul-africana próxima de Pretória, particularmente rica em diamantes fora do usual, anunciou, esta terça-feira, a empresa proprietária da mina.


foto AFP PHOTO / HO / PETRA DIAMONDS LTD
Descoberto diamante excecional de 232 quilates

A sociedade londrina Petra Diamonds Cullinan, proprietária da mina desde 2008, não comunicou o valor exato da pedra, da categoria “D de tipo II”, ou seja, transparente ou incolor e sem impurezas mensuráveis.

O último diamante branco vendido pela sociedade, com um peso de 507,3 quilates, atingiu o preço recorde de 35,3 milhões de dólares em 2010, disse à agência France Presse uma porta-voz da Petra Diamonds, Cathy Malins.

Segundo Cathy Malins, os especialistas avaliam o novo diamante excecional entre 10 e 20 milhões de dólares, tendo em conta os preços registados nos últimos anos. A venda realiza-se até ao final do ano.

Em junho, a empresa anunciou outra descoberta rara, um diamante azul de 122,52 quilates, na mesma mina, situada a cerca de 40 quilómetros da capital sul-africana.

Em 1905, o maior diamante do mundo - o “Cullinan” de 3.106 quilates - foi igualmente descoberto naquela mina e, mais tarde, foi talhado em dois para integrar as joias da Coroa Britânica.

Obras na Madeira põem a descoberto silo do século XV - Ciência - DN

As obras de recuperação das infraestruturas afetadas pelo temporal de 20 de fevereiro de 2010, que estão a ser executadas na Ribeira Brava, Madeira, revelaram o que se admite ser um silo para cereais, datado do século XV.
As obras em curso na canalização do leito da ribeira colocaram a descoberto uma enorme pedra que, segundo os técnicos, trata-se de “um silo, mais conhecido por matamorra, que servia para guardar cereais”, disse à agência Lusa Filipe Bettencourt, historiador da Direção Regional dos Assuntos Culturais (DRAC) da Madeira.
“Lapas (pedra escavada na rocha para guardar produtos) há muitas, mas um silo deste tipo é novidade”, esclareceu.
Daniel Sousa, arqueólogo da DRAC explicou que no trabalho de levantamento da estrutura foram “encontrados grãos” - não sabendo, no entanto, se se trata de trigo -, o que pressupõe que a “última camada de terreno pode indicar uma datação do início do povoamento da ilha, do século XV”.
O arqueólogo explicou que, quando se depararam com aquele achado, foram mandadas parar as máquinas envolvidas nos trabalhos.
“Demos conta de que existiria toda a estrutura que está escavada na rocha, com sulcos a negativo, que vemos que são marcas de aluvião (picareta) aquando da construção desta estrutura”, explicou.
A análise por carbono 14 deverá ser feita mais tarde a “um fragmento de um osso”, entretanto encontrado, e que poderá datar com mais exatidão o achado.
A DRAC está a proceder ao levantamento topográfico e fotográfico para elaborar um modelo a três dimensões.
Os especialistas admitem que, inicialmente, o silo era usado para guardar cereais - neste caso grão -, tendo sido depois abandonado “devido, eventualmente, a estar no leito da ribeira”, sendo posteriormente aproveitado para guardar “instrumentos agrícolas”.
Daniel Figueiroa, Diretor Regional de Infraestruturas e Equipamentos referiu que a obra de canalização da ribeira da Serra de Água sempre esteve condicionada por causa do achado.
“Os arqueólogos estão há muito tempo a trabalhar e a investigar essa pedra e a obra tem-se desenrolado à volta dessa pedra. Os muros estão a ser feitos a montante e a jusante da pedra”, explicou.
O diretor regional adiantou que a pedra está no leito da ribeira, não podendo lá continuar.
“Normalmente, nestas situações, a DRAC faz o levantamento fotográfico e topográfico do que encontrou e nós vamos ter de remover a pedra”, disse.
Daniel Figueiroa assegurou que a obra não sofreu nenhum atraso por causa deste achado.
“Os trabalhos estão a correr a bom ritmo e, aliás, até estão um pouco adiantados em relação ao prazo, apesar daquela zona estar condicionada”, referiu.

NASA retoma viagens espaciais à boleia de privados - Ciência - DN

A NASA vai usar naves da Boeing e da SpaceX para voltar às viagens tripuladas ao espaço e fazer regressar os lançamentos aos EUA. Os contratos valem 5,2 mil milhões de euros.
Cada empresa desenvolveu uma nave para viagens espaciais tripuladas: a CST-100 da Boeing e a Crew Dragon da SpaceX vão fazer duas a seis missões, com equipas de quatro astronautas, transporte de carga e experiências científicas.
A primeira viagem para a Estação Espacial Internacional (EEI) está marcada para 2017. O anúncio sobre “o regresso de lançamentos de naves tripuladas aos Estados Unidos” foi feito em conferência de impresa, no Kennedy Space Center, no Cabo Canaveral, de onde costumavam partir os vaivéns.
A NASA perdeu a capacidade de enviar astronautas para o espaço com o final do programa de vaivéns. Desde a última viagem do Atlantis, em 2011, que os astronautas norte-americanos usam as naves russas Soyuz para chegar à EEI.
Nos últimos anos a NASA gastou centenas de milhões de dólares para ajudar empresas privadas, como SpaceX, Boeing e Sierra Nevada, a desenvolver as suas próprias naves espacias.

Mais pequena galáxia tem buraco negro supermassivo - Ciência - DN

Novas observações de uma galáxia anã, com o telescópio espacial Hubble, revelaram que se trata do mais pequeno conjunto de estrelas do Universo a ter no seu “coração” um buraco negro supermassivo, informou hoje a agência espacial europeia ESA.
A galáxia, a M60-UCD1, localiza-se a 50 milhões anos-luz da Terra e, apesar de o seu diâmetro ser muito pequenino, 1/500 do da Via Láctea, é muito compacta, tem muitas estrelas, cerca de 140 milhões, sendo que pelo menos um milhão delas poderiam ser vistas pelos humanos a olho nu caso vivessem na galáxia - por comparação, na Terra, apenas quatro mil estrelas estão visíveis.
A descoberta feita por uma equipa internacional de astrónomos, que é divulgada na edição de quinta-feira da revista científica Nature, mostra que a M60-UCD1 esconde um buraco negro com uma massa equivalente à de 20 milhões de sóis, que perfaz 15 por cento da massa total da galáxia e que pesa cinco vezes mais do que o buraco negro que existe no centro da Via Láctea.
“Isto é absolutamente espantoso, atendendo a que a Via Láctea é 500 vezes maior e mais de mil vezes pesada do que a M60-UCD1”, assinalou o autor principal da investigação, Anil Seth, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, acrescentando, em comunicado, que “mesmo o buraco negro no centro da Via Láctea, que tem uma massa de quatro milhões de sóis, continua a representar menos de 0,01 por cento da massa total da Via Láctea”.
A equipa de astrónomos descobriu o buraco negro supermassivo ao observar a galáxia M60-UCD1 com o telescópio espacial Hubble e o telescópio ótico e de infravermelhos, de oito metros de diâmetro, Gemini Norte, no Havai, Estados Unidos.
As imagens obtidas pelo Hubble, instrumento gerido pela ESA e pela agência espacial norte-americana NASA, deram informação sobre o diâmetro da galáxia e a sua densidade estelar, enquanto o Gemini foi usado para medir o movimento das estrelas quando eram afetadas pelo “puxão” gravitacional do buraco negro. Os dados obtidos foram utilizados para calcular a massa do buraco negro.
Os astrónomos creem que pode haver uma população substancial de buracos negros, mais do dobro dos que existem no Universo Local.
“A descoberta sugere que galáxias compactas podem ser, atualmente, um fino vestígio de galáxias que foram ‘rasgadas’ durante colisões com outras, em vez de pequenas ilhas de estrelas nascidas isoladamente”, defendeu o astrónomo Anil Seth, citado em comunicado divulgado pela ESA/Hubble Science.
Segundo um outro astrónomo da equipa, Remco van den Bosch, do Instituto de Astronomia Max Palnck, em Heidelberg, na Alemanha, a galáxia M60-UCD1, que em tempos teve 10 mil milhões de estrelas, “pode ter passado demasiado próximo” do centro da sua galáxia vizinha, e maior, a Messier 60, e, nesse processo, “a parte exterior” da M60-UCD1 se ter desmembrado, para se tornar elemento da Messier 60, “deixando para trás apenas a mais pequena e compacta galáxia”.
A equipa de cientistas acredita que a galáxia M60-UDC1 poderá, um dia, fundir-se com a Messier 60, formando uma só galáxia, com um buraco negro monstruoso. A Messier 60 tem um buraco negro 4,5 mil milhões de vezes maior do que o Sol e mais de mil vezes maior do que o buraco negro da Via Láctea.

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